Emissor de NF-e compatível com Certificado A3

Sistema online que funciona com o token A3 que você já tem, sem migrar para A1. E quando o certificado der problema, tem telefone do outro lado.

Sem cartão de crédito. Suporte na configuração do seu A3.

Sistema online que funciona com token A3
Suporte por telefone e WhatsApp
Configuração acompanhada na primeira emissão

Benefícios

Sistema online que usa o seu A3

Extensão de navegador + aplicativo local fazem o token funcionar sem você trocar de certificado.

Suporte por telefone

Problema de certificado se resolve falando com gente, não abrindo chamado.

Compatível com as grandes marcas

Certisign, Serasa, Soluti, Valid e outras autoridades do ICP-Brasil.

Menos erros na emissão

Validação dos dados antes do envio para a SEFAZ.

Seu certificado não sai do lugar

A chave privada permanece dentro do token, sob seu controle físico.

Como funciona com A3

1

Cadastre sua conta

Rápido e sem compromisso.

2

Conecte o certificado

Insira seu token ou cartão A3.

3

Configure dados fiscais

Preencha as informações essenciais.

4

Emita e assine

Assine sua primeira NF-e com segurança.

Por que o A3 falha mais que o A1

A diferença entre os dois tipos de certificado explica quase todos os problemas de assinatura. No A1, o certificado é um arquivo instalado no repositório do sistema operacional: uma vez instalado, ele simplesmente está lá. No A3, a chave privada fica guardada dentro de um token USB ou de um cartão com leitora, e nunca sai de lá — nem para assinar.

Isso é uma vantagem de segurança real: mesmo que o computador seja comprometido, a chave não pode ser copiada. Mas cria uma dependência que o A1 não tem. Para o sistema conseguir pedir uma assinatura ao token, precisa existir uma camada de software intermediária, o middleware da fabricante do dispositivo, corretamente instalada e reconhecida pelo Windows.

Quando alguém diz que "o token parou de funcionar", na esmagadora maioria das vezes o token está intacto. O que quebrou foi essa camada intermediária — depois de uma atualização do Windows, da troca de porta USB, da instalação de outro certificado ou de um driver desatualizado.

As causas mais comuns, na ordem em que vale investigar

Antes de reinstalar qualquer coisa, vale seguir uma ordem. A maior parte dos casos se resolve nos três primeiros itens, e eles custam menos de um minuto cada.

  • Conexão física: teste outra porta USB, diretamente no computador. Hubs USB e portas frontais de gabinete são uma causa frequente e subestimada de falha de leitura.
  • Middleware da fabricante: cada autoridade certificadora tem o seu (Safenet, Watchdata, SafeSign e outros, conforme o modelo do dispositivo). Instalar o middleware errado para o seu modelo faz o token não aparecer, mesmo estando conectado.
  • Middleware desatualizado após update do Windows: atualizações maiores do sistema costumam invalidar drivers de dispositivo mais antigos. Reinstalar a versão atual do middleware resolve boa parte dos casos que "funcionavam ontem".
  • Certificado vencido: o A3 tem validade determinada na emissão (comumente de 1 a 3 anos). Vencido, ele continua aparecendo no sistema, mas a assinatura é recusada.
  • PIN bloqueado por tentativas erradas: o token bloqueia após um número limitado de tentativas. Este caso é diferente dos outros e exige cuidado — veja a seção seguinte.
  • Certificado de tipo incorreto: para emitir NF-e da empresa é preciso um e-CNPJ do ICP-Brasil. Um e-CPF válido não serve para essa finalidade.

PIN bloqueado: o erro que não admite tentativa e erro

Este merece atenção separada porque é o único da lista que pode inutilizar o certificado de forma permanente, e porque a reação intuitiva é justamente a errada.

O token bloqueia o PIN após um número limitado de tentativas incorretas. Nesse estado, ele pode ser desbloqueado com o PUK, um segundo código entregue junto com o certificado na emissão. O problema é que o PUK também tem um limite de tentativas — e, esgotado esse limite, o dispositivo é inutilizado em definitivo. Não existe recuperação: é preciso comprar um novo certificado e refazer a validação presencial.

Por isso, se o PIN já bloqueou, não tente adivinhar o PUK. Localize o documento entregue pela certificadora na emissão ou entre em contato com ela antes de qualquer tentativa. Um certificado inutilizado por PUK esgotado é um prejuízo que nenhum suporte técnico consegue desfazer.

Sistema online com A3: por que isso é difícil

Existe uma limitação técnica que explica por que tanta gente com A3 acaba presa a sistemas instalados. Uma página de navegador, por segurança, não tem acesso direto a dispositivos USB. Ela não consegue simplesmente "ler" o token e pedir uma assinatura. É uma restrição do próprio navegador, igual para todo mundo.

Por causa disso, é comum que emissores 100% online trabalhem apenas com certificado A1 — o arquivo, que a página consegue manipular. Quem tem A3 fica com duas opções ruins: migrar para A1 antes da hora, comprando um certificado novo, ou voltar para um sistema desktop.

O Weesy resolve isso com uma extensão de navegador que conversa com um aplicativo instalado na máquina. A extensão faz a ponte; o aplicativo local é quem fala com o token. Para você, a experiência continua sendo a de um sistema online, com o seu A3 funcionando normalmente — sem trocar de certificado e sem abrir mão do acesso pelo navegador.

Na prática, a máquina que emite precisa ser Windows 10 ou 11 com o Google Chrome. O Windows entra por causa do TLS 1.2, exigido pelos webservices da Receita; o Chrome, porque é onde a extensão está publicada hoje. As demais máquinas da empresa acessam o sistema normalmente pelo navegador, sem nenhuma instalação.

O que mais reduz falhas no dia a dia

Nenhum sistema elimina a dependência do middleware, porque ela é característica do próprio A3. O que dá para fazer é diminuir a frequência com que ela atrapalha e encurtar o tempo até a solução.

O Weesy valida os dados da nota antes de enviar para a SEFAZ, o que separa dois problemas que costumam ser confundidos: uma nota recusada por erro de preenchimento e uma nota que não foi assinada por falha no certificado. Saber qual dos dois aconteceu já é metade do caminho.

E quando trava mesmo assim, existe telefone. Não é um detalhe pequeno: problema de certificado é o tipo de coisa que se resolve em cinco minutos falando com alguém e leva dois dias por e-mail. O atendimento é por telefone e WhatsApp, de segunda a sexta, das 9h às 18h — com acompanhamento na instalação dos drivers e na primeira emissão, que é quando a maioria dos problemas de A3 aparece.

Checklist técnico A3

  • Windows 10 ou 11 (requisito de TLS 1.2 da Receita).
  • Google Chrome — Edge e Firefox em desenvolvimento.
  • Suporte remoto para instalação de drivers na 1ª emissão.
  • Compatível com tokens e cartões (leitora).
  • Diagnóstico de erros de comunicação com a porta USB.

Compatibilidade e emissão

  • Compatível com certificados A1 e A3.
  • Orientação detalhada de setup.
  • Cadastro simples de produtos e clientes.
  • Emissão e gestão completa de XML e PDF.

Suporte

  • Ajuda especializada na primeira emissão.
  • Atendimento por WhatsApp e telefone.

Perguntas Frequentes

Meu token A3 não aparece no sistema. O que fazer primeiro?

Antes de reinstalar qualquer coisa, teste o token em outra porta USB conectada diretamente ao computador, sem hub. Se continuar sem aparecer, reinstale o middleware da fabricante do seu modelo de token, baixado do site da própria certificadora. Essas duas ações resolvem a maior parte dos casos.

Funcionava ontem e hoje parou. O que mudou?

A causa mais comum é uma atualização do Windows que invalidou o driver do dispositivo. Reinstalar a versão atual do middleware da fabricante costuma restaurar o funcionamento. Trocar a porta USB usada também pode exigir que o Windows reconheça o dispositivo novamente.

Bloqueei o PIN do meu token. Consigo desbloquear?

Sim, usando o PUK fornecido pela certificadora na emissão do certificado. Mas atenção: o PUK também tem limite de tentativas e, se esse limite se esgotar, o certificado é inutilizado permanentemente e será necessário adquirir um novo. Não tente adivinhar o PUK — localize o documento da emissão ou fale com sua certificadora antes.

Qual a diferença entre A1 e A3 para emitir NF-e?

O A1 é um arquivo instalado no computador e não exige dispositivo físico. O A3 fica armazenado em token USB ou cartão, exigindo que ele esteja conectado no momento da emissão e que o middleware da fabricante esteja instalado. O A3 é mais seguro contra cópia da chave; o A1 é mais simples de operar. O Weesy funciona com os dois.

Posso usar meu e-CPF para emitir a NF-e da empresa?

Não. Para emitir NF-e em nome da empresa é necessário um certificado e-CNPJ do ICP-Brasil. O e-CPF identifica a pessoa física e não serve para essa finalidade, mesmo estando válido.

Preciso instalar algo no meu computador?

Sim, três componentes, e o suporte acompanha a instalação: o middleware do seu token, fornecido pela certificadora; a extensão do Weesy no navegador; e o aplicativo local, que é quem conversa com o certificado. Depois disso você usa o sistema normalmente pelo navegador.

Em quais navegadores funciona?

A integração com o certificado A3 funciona hoje no Google Chrome. O suporte a Microsoft Edge e Firefox está em desenvolvimento. Se o seu time usa outro navegador, vale confirmar com a gente antes de começar.

Por que o requisito é Windows 10 ou 11?

Por causa do TLS 1.2, o protocolo de segurança exigido pelos webservices da Receita para receber a nota. Windows 10 e 11 trazem esse suporte habilitado de fábrica. Versões mais antigas até conseguem operar com TLS 1.2, mas exigem configuração manual do sistema, o que torna a instalação trabalhosa e frágil. Por isso a recomendação é Windows 10 ou 11 — se o seu caso for diferente, fale com o suporte antes de contratar.

Por que um sistema online precisa de extensão para usar A3?

Porque o navegador, por segurança, não dá a uma página acesso direto a dispositivos USB. Sem uma ponte, nenhum site conseguiria pedir uma assinatura ao seu token — é por isso que muitos emissores online só aceitam certificado A1. A extensão e o aplicativo local existem exatamente para vencer essa limitação e permitir que você continue usando o A3 que já tem.

Funciona com Certisign, Serasa ou Soluti?

Sim. O Weesy trabalha com certificados emitidos pelas autoridades certificadoras do ICP-Brasil. O que muda entre elas é o middleware do dispositivo, que é instalado a partir do site da própria certificadora — e nisso o nosso suporte ajuda.

Posso usar o mesmo certificado em mais de um computador?

Sim. Como a chave fica dentro do token, basta conectá-lo na máquina que você quer usar e ter o middleware instalado nela. Só não é possível emitir de dois lugares ao mesmo tempo com o mesmo dispositivo físico.

O que acontece quando meu certificado vencer?

A emissão passa a ser recusada, mesmo com o token conectado e reconhecido. É preciso renovar junto à sua certificadora. Vale acompanhar a data de validade com antecedência para não descobrir isso no dia de emitir uma nota.

Emita sua primeira NF-e com o seu A3.