Saia do emissor gratuito sem perder o histórico

O backup do emissor desktop do Sebrae é conhecido por não restaurar direito — muita gente desiste de trocar de sistema por causa disso. A gente consegue aproveitar esses dados.

Fale com o suporte antes de migrar. A análise é gratuita.

Aproveitamento de cadastros e notas antigas
Migração acompanhada pelo suporte
Sem reconstruir tudo à mão

Benefícios

Seu histórico não fica para trás

Cadastros e documentos antigos podem ser aproveitados na migração.

Sem redigitar produto por produto

O que dá para importar, importamos.

Análise antes de contratar

O suporte olha o seu caso e diz o que é possível aproveitar.

Sistema já na reforma tributária

Você sai do emissor antigo direto para o leiaute novo de IBS e CBS.

Suporte por telefone

Migração é a hora em que mais se precisa falar com alguém.

Como funciona a migração

1

Fale com o suporte

Conte de onde está saindo e o que tem em mãos.

2

Envie o que você tem

Backup, pasta de dados ou os XML das notas emitidas.

3

Analisamos o material

Verificamos o que é aproveitável no seu caso.

4

Comece a emitir

Com os cadastros já dentro do sistema novo.

Por que o backup do emissor gratuito não abre em outro lugar

O Emissor Gratuito de NF-e, distribuído por Sebrae e secretarias da Fazenda, é um programa de desktop. Ele guarda tudo — emitente, clientes, produtos e notas — numa base de dados local, dentro do próprio computador, normalmente em uma pasta do disco C.

O backup que ele gera é feito para ele mesmo. É um pacote da base local, pensado para ser restaurado pelo próprio emissor, na mesma máquina ou em outra. Não é um formato de intercâmbio, não foi projetado para ser lido por terceiros e não tem documentação pública de estrutura.

Some a isso um detalhe que pega muita gente: restaurar backup entre versões diferentes do emissor frequentemente falha. Quem tem um backup de uma versão antiga e tenta restaurar numa versão nova costuma esbarrar em erro — é uma das reclamações mais repetidas em fóruns de contabilidade sobre esse programa.

O resultado é que a empresa fica com anos de cadastro e histórico trancados num arquivo que só um programa consegue abrir, e nem sempre consegue. Muita gente adia a troca de sistema por causa disso, e continua num emissor que já não atende.

O que costuma sobrar quando alguém tenta migrar sozinho

O caminho que a maioria descobre é exportar registro por registro dentro do próprio emissor: exporta o emitente, depois os clientes, depois os produtos, cada um como arquivo de texto. Funciona, mas é lento, precisa ser feito antes de desinstalar qualquer coisa e depende de o emissor ainda abrir na máquina — o que nem sempre é o caso quando o computador antigo já deu problema.

A importação nativa do próprio emissor também é limitada: ela aceita basicamente XML e TXT em um layout específico. Serve para trazer uma nota pontual, não para mover a vida da empresa para outro sistema.

Por isso a orientação prática é simples: não desinstale o emissor antigo nem formate a máquina antes de resolver a migração. Enquanto a pasta de dados existir, existe caminho. Depois que ela some, o assunto acabou.

O que conseguimos aproveitar

A gente consegue trabalhar em cima do que o emissor antigo deixou — seja o backup, a pasta de dados ou os XML das notas já emitidas. É justamente o que costuma travar a migração em outros lugares, e é por isso que essa página existe.

O quanto dá para aproveitar depende do que sobrou no seu caso: a versão do emissor, o estado do backup e se a pasta de dados ainda está acessível mudam bastante o resultado. Por isso não prometemos um número aqui. O suporte analisa o material antes de você contratar e diz o que é possível trazer — e o que, honestamente, vai precisar ser refeito.

Se a análise mostrar que dá para aproveitar pouco, você fica sabendo antes de decidir, não depois de pagar.

Migrar agora tem uma vantagem de tempo

Existe um motivo a mais para não deixar isso para depois. O leiaute da NF-e mudou por causa da reforma tributária, com os novos campos de IBS e CBS. Empresas do Regime Normal já estão obrigadas desde agosto de 2026, e Simples Nacional e MEI entram em janeiro de 2027.

Ou seja: quem está num emissor antigo vai ter que mexer de qualquer jeito. Fazer a migração agora, com calma e com o histórico preservado, é bem diferente de fazer às pressas em cima do prazo — ou pior, depois da primeira nota rejeitada.

Traga o que você tiver

  • Backup gerado pelo emissor gratuito
  • Pasta de dados do programa no computador
  • XML das notas já emitidas
  • Exportações de clientes e produtos, se você já tiver feito

Antes de migrar

  • Não desinstale o emissor antigo.
  • Não formate a máquina onde ele está.
  • Copie a pasta de dados para um pen drive por segurança.

Depois da migração

  • Emissão já no leiaute da reforma tributária.
  • XML guardados em nuvem.
  • Acesso pelo navegador, com A1 ou A3.

Perguntas Frequentes

Por que não consigo restaurar o backup do emissor gratuito?

O backup é um pacote da base local do próprio programa, feito para ser restaurado por ele mesmo. Além disso, restaurar um backup gerado em uma versão do emissor dentro de uma versão diferente costuma falhar — é um problema conhecido e muito relatado por quem usa esse programa.

Onde ficam os dados do emissor gratuito no meu computador?

Numa pasta local do disco, criada pela instalação do programa — comumente uma pasta de banco de dados na raiz do C. É essa pasta que interessa preservar: enquanto ela existir, há material para trabalhar na migração.

Vocês conseguem importar meus dados de verdade?

Conseguimos trabalhar com o backup, a pasta de dados ou os XML das notas. O quanto dá para aproveitar depende da versão do emissor e do estado do material, então o suporte analisa o seu caso antes de você contratar e diz o que é possível trazer.

Vou perder o histórico das notas que já emiti?

Os XML das notas emitidas são seus e podem ser trazidos. Guarde-os independentemente da migração: o prazo legal de guarda dos documentos fiscais é de cinco anos.

Posso desinstalar o emissor antigo depois de contratar?

Espere a migração terminar. Enquanto o programa e a pasta de dados existirem, há como recuperar informação. Depois que forem removidos, não há mais.

E se meu computador antigo quebrou?

Se o disco ainda for acessível, dá para copiar a pasta de dados dele e trabalhar a partir disso. Se não houver mais nada, restam os XML das notas, que também podem ser obtidos junto ao destinatário ou ao contador.

Quanto tempo demora a migração?

Depende do volume e do estado do material. O suporte dá uma estimativa depois de olhar o que você tem em mãos.

Preciso pagar para fazer a análise?

Não. Você pode falar com o suporte e enviar o material antes de contratar.

Traga seus dados antes que eles fiquem inacessíveis.